05 setembro 2008
On Fire
Depois: O já habitual jogo de gato e rato em que se encontram as contradições flagrantes das "talking heads" pró-republicanas (Karl Rove, Bill O'Reilly, etc...)
Por Fim: Um dos mais experientes políticos republicanos a ter de dançar à volta de argumentos contraditórios apresentados pela mesma pessoa e também algumas afirmações republicanas rídiculas.
O programa costuma ser bom, mas este é para recordar. O link para o episódio completo: http://www.thedailyshow.com/full-episodes/index.jhtml?episodeId=184082
01 setembro 2008
E já se passaram dez anos
28 agosto 2008
Cátia Vanessa Boliqueime
JULY 15
Once again I had to help Javier with the
lovemaking scenes. The sequence requires him to grab Penélope Cruz, tear off her
clothes and ravish her in the bedroom. Oscar winner that he is, the man still
needs me to show him how to play passion. I grabbed Penélope and with one motion
tore her clothes off. As fate would have it she had not yet changed into
costume, so it was her own expensive dress I mutilated. Undaunted I flung her
down before the fireplace and dove on top of her. Minx that she is, she rolled
away a split second before I landed causing me to fracture certain key teeth on
the tile floor. Fine day’s work, and I should be able to eat solids by
August.
23 agosto 2008
O "Botas" Americano
Aqui encontram um making of de algumas das cenas do filme. Pode até nem vir a ser grande coisa, mas de certeza que vai levar muita gente ao cinema.Enquanto o Tarantino esfrega um olho - II
Kung-Fu Panda (Mark Osborne e John Stevenson, 2008)

A dreamworks volta à carga, na épica batalha pelo controlo do mercado da animação onde sempre ocupou o segundo lugar (a Pixar domina) e agora parece estar a perder mesmo essa capacidade de ser o segundo melhor estudio neste género fílmico. Shrek 3 não foi o sucesso de critica que se esperava, revelando que a fórmula pode estar a atingir a data limite de validade. Constantes referências à cultura pop sempre basearam todo e qualquer esforço fílmico, na animação, do estudio fundado por Spielberg, Geffen e Katzenberg, algo em que Kung Fu Panda já não aposta para manter a frescura e arrancar gargalhadas à sua plateia. Aqui é aproveitada a extrema inadaptação do urso Po a toda e qualquer tarefa física em que se envolve. Daqui resultam alguns momentos assinaláveis de "slapstick", fazendo com que o filme valha por si próprio, sem recorrer à muleta de referências a outros filmes ou a eventos famosos da cultura planetária.
A narrativa é desenrolada com alguma facilidade, o que não é alheio ao facto de toda a estória ser bastante simples: o tigre mau está preso, teme-se a sua fuga e nomeia-se um herói para o derrotar, o herói terá primeiro de ultrapassar os seus próprios receios e aceitar aquilo que é para conseguir a vitória. Bastante simples e até reflexo de anos de dominio de outro estudio no campo da animação. É impossível não sentir o aroma a Disney quando reparamos na "Moral" da estória: tudo o que precisas para ter sucesso está dentro de ti. Não deixa de ser uma espécie de retrocesso no caminho trilhado pela Dreamworks, que, especialmente no franchise do ogre verde, primou por apresentar personagens fora do comum e questionar o legado de Walt Disney ao mundo da animação.
Com as habituais vozes de estrelas de carne e osso, Po reflecte em muito Jack Black, actor que lhe dá voz e, muitas vezes, parece também emprestar algum do seu carisma de movie-star alternativa. Dustin Hoffman brilha na voz de Shifu e a agradável surpresa do filme, conseguindo transmitir vocalmente um abrangente leque de emoções (ao que não é também alheia a evolução da animação computorizada). Como grande ponto de destaque há que referir a sequência inicial, plena de vigor cromático, reminiscente mesmo do género kung-fu. Como ponto negativo... quase tudo o resto. A Dreamworks continua a cair no erro de escolher uma overdose de estrelas para emprestar a voz às suas criações, dando a sensação de rídiculo quando anuncia determinado actor que não tem tempo para, através da voz, fazer notar a sua presença ao público. Alguém reparou em Seth Rogen e Angelina Jolie neste filme?
Nota-se o esforço de sair de erros comuns num passado recente, mas há ainda que trabalhar bastante no desenvolvimento de narrativas mais exigentes para um publico, também ele, habituado à marca de qualidade da Pixar.
11 agosto 2008
"The Incredible Hulk" (Louis Letterrier, 2008)

Bruce Banner está agora no Rio de Janeiro, habita nas favelas e trabalha afincadamente para encontrar uma cura para os seus “acessos de fúria” Entretanto, mais a norte no continente americano, o general Ross usa toda a tecnologia ao seu dispor para encontar o cientista foragido.
Segundo filme produzido exclusivamente pela Marvel, segunda tentativa de transpor o Homem Verde ao grande ecrã. Na primeira tentativa o resultado foi um dos blockbusters mais interessantes até à altura, com uma abordagem extremamente psicológica de Ang Lee às origens do Hulk. Estimulante em todos os sentidos, na tentativa, bem sucedida, de fusão entre a linguagem cinematográfica e as vinhetas da bd, Ang Lee conseguiu imprimir um ritmo muito interessante a um filme que podia não o ter, dado tratar-se de uma sempre problemática “História de Origem”de um Super-Herói. O que faltou, então, para a Marvel decidir-se a uma nova abordagem à personagem? Apesar de ter sido um sucesso de bilheteira, o final demasiado simbólico assutou os fãs acérrimos da personagem e o espaço de Ang Lee para continuar à frente de um hipotético franchise esgotou-se.
Trate-se então de chamar um realizador especialista em cinema de acção, Louis Leterrier, e investir a fundo em efeitos visuais de ultima geração. No entanto, um pormenore há a destacar na abordagem da Marvel Comics ao conceito de blockbuster: os actores. Na sua primeira produção independente, foi notório o investimento em actores de qualidade reconhecida (Jeff Bridges, Robert Downey Jr são bons actores em qualquer filme) e para este Incredible Hulk foram chamados nada mais, nada menos, que Edward Norton, William Hurt e Tim Roth. Um ponto a favor da nova versão. Também é bom de notar alguma tentativa em não descartar completamente a versão anterior. Para isso, nada melhor que uma solução extremamente simples: os créditos inicias servem para re-inventar a História de origem desta personagem, já não deve os seus problemas de anger management a experiências do próprio pai, mas sim a um trabalho que testou nele próprio. Re-mitificação do nascimento tratado ainda antes da primeira linha de diálogo e sem descartar o trabalho de Ang Lee, uma vez que esta nova versão se inicia na América do Sul, para onde remetia o final do filme anterior. Trabalho sem falhas, até aqui. Começam os problemas. Liv Tyler é uma Betty Ross muito inferior a Jennifer Connely, tratando-se aqui do único ponto franco no elenco, sendo sempre de louvar a tentativa da Marvel de trazer actores de qualidade às suas produções, aqui alguém falhou no casting.
A grande aposta nesta nova versão era claramente forçar a nota no filme de acção. Para isso foi contratado o (suposto) especialista Louis Leterrier. Confesso que não conheço o trabalho anterior do senhor. Sei que é responsável pelos “Correio de Risco” que, ao que parece, são bons. Pela amostra em Incredible Hulk confesso que fiquei desiludido. Não há aqui a frescura e o arrojo que Lee utilizou na versão anterior quando introduziu os códigos da bêdê na linguagem cinematográfica (que saudades do dinamismo de montagem da versão anterior). Aqui até a fotografia parece ter demasiado grão e a técnica de realização resume-se à utilização excessiva de imagens aéreas para introduzir um novo espaço de acção. O argumento parece sólido e bem construído, abrindo espaço para a entrada em cena de novos heróis da Marvel no mundo cinematográfico, ainda utilizando algo que é bastante frequente no mundo dos quadradinhos desta empresa: os cruzamentos de personagens centrais.
De uma maneira estranha, as duas versões do Hulk acabam por se completar, se na versão original, era a coragem de levar o herói ao interior de si próprio e reflectir isso na utilização estimulante de novos códigos, aqui encontramos alguns actores de créditos bem firmados a fazerem aquilo que fazem melhor. Tanto o vilão deste filme é mais ameaçador como o confronto final mais recompensador para espera ver acção de grande calibre neste tipo de filmes. Juntos, ambos os filmes poderiam fazer uma grande obra, sendo assim acabam por ser apenas duas interpretações com algumas falhas e bastantes boas intenções.
Enquanto o Tarantino esfrega um olho

"Forgetting Sarah Marshall" (Nicholas Stoller, 2008)
Gosto de Judd Apatow. Gostava das séries que criou para a televisão e vim a saber mais tarde serem dele: “Freaks and Geeks” e “Undeclared”. Aqui encontra-se a génese do humor perpetuado nas obras com o dedo Apatowiano (permitam-me cunhar o termo): os desajustados, os marginais de determinada classe assumem o protagonismo e por isso é tão fácil aderir a esta migração para o cinema de conceitos e personagens que antes não o povoavam. Já não são as personagens representativas do maior denominador comum que aparecem aqui, são os amantes da marijuana, os perpetuamente inadaptados que Apatow ama e apresenta ao seu espectador. Basta ver quem são as personagens centrais dos seus filmes. Em “Virgem aos 40 anos” é ... bem, o título explica. A personagem de Steve Carrel era ainda o desajustado adolescente sem jeito para abordar raparigas e que mantinha uma colecção enorme de “action-figures” ainda dentro da embalagem original, para não perderem valor. “Superbad” recua até ao final da adolescência e ao momento marcante em que os dois melhores amigos se separam para melhor apreciarem as companhias femininas. “Knocked Up” apresenta outro momento de passagem, o jovem adulto que se apercebe que vai ter um filho e tem de se deixar dos hábitos do lobo que vive em alcateia em regime de sobrevivência hedonista. ERRATA: onde se lê Nick Stoller, referindo-se ao actor principal e argumentista do filme, deve ler-se JASON SEGEL. As desculpas ao visado.
Em Busca do Tempo Perdido
30 julho 2008
Dubya
29 julho 2008
Watchmen
Zack Snyder aguentou-se muito bem em "300", não é qualquer um que atira a uma graphic novel do Frank Miller e sai bem visto. Parece que no remake daquele filme de zombies também não tinha ficado mal na fotografia. Mantém-se pelo mundo dos comics e avança para um projecto que espera desde os anos 80 para ser feito. Watchmen tem uma premissa semelhante a "The Incredibles": Super-heróis ilegalizados que tentam viver normalmente, mas num contexto absolutamente diferente. Aqui a Pixar não entra e para já, o que se pode dizer é que o trailer tem bom aspecto.
Post absolutamente umbiguista a dizer "ó pra mim e para as coisas que faço", ou, a razão de um ano calmo no blog
Críticas: Cinema e DVD no Jornal Universitário A Cabra;
Rádio: RUC- emissões dos jogos da Académica; programa de cinema às quartas "Os Suspeitos do Costume, agora de férias; Módulo "As Artes na Rádio" ao Curso de Informação 2008;
Produção: Curta-Metragem "Encontramo-nos onde nos encontramos sempre", ainda em montagem;
Produção: Teatro Musical "Cabaret" para a Semana das Artes 2008;
Produção: Teatro Musical "Cabaret" (sim, a dobrar), colocação no Festival SET, organizado pela Escola Superior de Musica e Artes do Espectáculo, do Instituto Politécnico do Porto;
Jurí: Jurí Oficial do IV Até Breves - Festival de Curtas Metragens da Associação Académica de Coimbra;
Jurí: Jurí de Imprensa do Festival Caminhos do Cinema Português, edição 2008;
Actividade Literária: "O seis das 18", conto publicado na Via Latina. (ponto ainda não encerrado e com potenciais novidades para depois de Outubro).
Ano preenchido. Agora que precisava de umas férias retemperantes, há que ganhar algum dinheiro...
O blog segue dentro de momentos.
02 julho 2008
Judd Apatow
O título do filme é "Pineapple Express" e não, não é um filme sobre uma nova rota da CP... Só olhando para o poster, tentem adivinhar.
01 julho 2008
Craig... Daniel Craig!
03 junho 2008
Nem todos somos um Indiana Jones
Passados alguns anos surge a sequela. Um pouco o remastigar da fórmula de sucesso do passado, ainda assim com leveza cómica já, no entanto, sem o lado mais negro que havia passado por todo o primeiro filme. Ainda se via bem.
Em 1994 surge a terceira parte. Acho que não andarei muito longe da verdade se classifcar este filme como um dos piores que já tive o desprazer de visionar. WTF?! A certa altura há um cameo de George Lucas num parque de diversões. Parque esse que servia para negócios obscuros, como seria de esperar num filme de policias e ladrões, mas aqui já com demasiada ligeireza no tratamento da estória. O principio do fim da carreira séria de Eddie Murphy, com apenas alguns fogachos desde então, Bowfinger é o exemplo de um Oásis no meio do Deserto.
Agora, 2008, surge a noticia de que vai haver uma quarta parte. Com o nome associado à realização a ser o de Brett Rattner. Sim, esse. O responsável pela magnífica trilogia "Hora de Ponta". Se me dão licença, vou um pouco ali para o canto para ver se me passa a depressão...02 junho 2008
Mais Indy...

Sim, é impossível sobreviver a uma explosão nuclear dentro de um frigorífico, o baloiçar em lianas na selva amazónica pode não ser tão fácil como parece para os iniciados, mas também pode ser pouco provável sobreviver à queda de um tanque para um penhasco, mesmo que se salte segundos antes do momento fatídico. Portanto, talvez seja necessário rever a trilogia original e todos os pormenores que o olhar cansado e habituado a captar as fragilidades de outras cinematografias não captou devido à fascinação da infância não apanhou na altura. Ou então esquecer tudo e apenas pensar que no ecrã gigante está o Indiana Jones, tal como o recordamos de vinte e tal anos...Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (2008, Steven Spielberg)

Esperava ansiosamente pela estreia de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”. Sou fã do arqueólogo mais famoso do planeta e aguardava com alguma expectativa o regresso do homem do chapéu e chicote, 19 anos depois. As primeiras críticas, que fui lendo na diagonal para não correr risco de me serem revelados pormenores importantes, davam a sensação que Lucas tinha feito o mesmo que no Episódio A Ameaça Fantasma de Guerra das Estrelas, ou seja, estragado a coisa quase irreversivelmente. Mantive um entusiasmo contido, porque não era Lucas na cadeira de realizador, mas sim Spielberg e, por muitas coisas que o homem seja, ainda acho que mantém um bom senso razoável, mas também porque, caramba: é o Indy! O homem que encontrou a Arca da Aliança, descobriu e derrotou uma seita obscura nos confins da Indía e, last but not least, bebeu do Cálice Sagrado. Tenho uma teoria sobre o porquê desta resistência insana ao mais novo capítulo das aventuras de um dos mais espectaculares heróis de acção de todos os tempos, apesar de ser professor catedrático... Reservo essa teoria para depois da análise ao filme.
Era uma tarefa arriscada, recuperar um herói, tendo de actualizar a linha cronológica para que a personagem acompanhasse o envelhecimento natural do actor que lhe dá corpo e rosto. Mesmo em termos de estória a apresentar, seria cada vez mais complicado, porque os tempos de aventura sem rede estavam cada vez mais longe, com os anos 30 a serem apenas uma recordação no retrovisor da Hitória (bonito, hã?). Encontramos agora Indy nos anos 50, época que nos Estados Unidos corresponde a filmes de série B sobre extraterrestres, o “Perigo Vermelho” e o início de convulsões sociais, com os primeiros sons do rock a serem ouvidos. Ao olhar para os primeiros dez minutos de filme podemos marcar um visto em cada uma destas categorias. Os jovens que desafiam o condutor de uma coluna militar para uma pequena corrida, ao som do “Roque”, elementos dessa coluna militar que acabam por se revelar soldados soviéticos em busca de uma determinado artefacto num armazém... Não, não vou revelar, apesar de ser no início do filme, é já relevante para o desenvolvimento da narrativa. E é aqui que começo por falar o ritmo do filme. Alucinante, desde o incio. Cenas de acção bem montadas, com os ângulos bem escolhidos e com o respeito suficiente pelos espectadores para lhes permitir olhar e ver tudo o que se passa no cenário, não cedendo ao estilo de montagem MTV-OLHEM-NÃO-OLHEM-JÁ-PASSOU-QUALQUER-COISA-IMPORTANTE-E-VOCÊS-NÃO-VIRAM. Sim, sr. Michael Bay, era para si...
“Old School”, tal como a deliciosa vilã Irina Spalko (óptimo nome para um vilão) promete no início. No entanto, é nesta personagem de cate Blanchett que começam as falhas do filme. Spalko é uma vilã mal aproveitada, aquele sotaque fantástico (Ucrânia, de acordo com o Dr. Jones) merecia muito mais tempo de ecrã. Há que referir o já anunciado regresso de Marion Ravenwood, outra personagem que merecia ser mais bem aproveitada, nota-se perfeitamente que foi colocada no guião já com o navio a zarpar do cais e apenas por exigência dos fãs. No entanto, é sempre um prazer ver Marion e a forma como Karen Allen e Harrison Ford mantém uma química invejável, mesmo depois de tanto tempo. A personagem destinada a ser aqui o “sidekick” de Indy é claramente Mutt. Shia Laboeuf, aqui a ser apontado como futuro sucessor da série de aventuras à moda antiga, em mais do que uma maneira. Há algo na química entre Indy e Mutt que lembra a dupla Jones, Sr e Jr de A Ultima Cruzada. Não só esse pormenor que já toda a gente sabe, mas com o próprio Indy a replicar expressões utilizadas pelo pai durante a ultima aventura (“Isto é intolerável”, que pormenor delicioso aquando da fuga dos soviéticos).
A estória leva algumas reviravoltas mas acaba por se dirigir para onde já todos sabiamos que iria desde o inicio. Até porque Indy sobrevive a isto tudo, pelo menos até aos noventa anos, conforme confirmam as suas memórias durante a série de tv. É agradável ver Spielberg de volta ao cinema de acção, com o respeito que tem pelo público, já fazia falta alguém que voltasse a colocar a técnica ao serviço da narrativa, servido aquela apenas e quando a ultima o justifica. Ainda aqui há que referir a mise-en-scéne que pode parecer bastante básica ao mais cínico dos críticos, mas que de facto, é a indispensável e a unica que cada sequência pede.
Uma nota ainda para o CGI do final. É certo que estamos na presença de uma estória de série B, mas será que era absolutamente necessário ter algo tão ranhoso?
Não é A Ultima Cruzada, mas também não é o Templo Perdido, fica ali no meio, sendo um regresso em grande forma de um dos heróis preferidos de toda a gente, atingindo por vezes alguns momentos a recordar para a eternidade (chamo a atenção para toda a cena passada nas areias movediças e as piscadelas de olho a Sean Connery).


